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terça-feira, 26 de abril de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Dia do Mar

Durante este ano, na área curricular não disciplinar de área de projecto, foi pedido aos alunos que incluíssem no seu projecto o tema “Mar”. Como resposta a esta imposição os alunos decidiram realizar uma actividade comum a todos os grupos: “O dia do mar”. Esta actividade consistiu na apresentação de um PowerPoint a turmas de Secundário e de 3.º Ciclo relacionado com o tema “mar” e com o tema de trabalho de cada um dos grupos, por parte de cada um destes. Como tal o grupo Ge.Ec decidiu fazer uma apresentação sobre “A importância do mar na agricultura – o sargaço”. Apresentamos, de seguida, o trabalho que mostramos aos nossos colegas durante essa semana.
video
Por: Ge.Ec

quinta-feira, 17 de março de 2011

Agricultura Biológica vs Agricultura Convencional

Durante o primeiro período deste ano lectivo foram realizadas longas pesquisas acerca do nosso tema de trabalho. A partir daqui adquirimos diversas informações acerca das diferenças entre agricultura biológica e agricultura convencional. Como tal, decidimos condensar essa informação na apresentação que se segue:


Por: Ge.Ec

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Inquérito no Colégio

Nos dias 18 e 21 do mês de Janeiro deste ano o grupo Ge.Ec. realizou um inquérito a 130 alunos de ensino básico e secundário do Colégio de Nossa Senhora da Boavista, com idades compreendidas entre os 12 e os 19 anos. Este inquérito teve como principal objectivo averiguar os conhecimentos dos jovens no âmbito da produção alimentar e quais os efeitos que as diferentes proveniências dos alimentos provocam na saúde de cada um de nós. A análise do questionário foi feita por sexos, sendo que se chegou à conclusão de que não existem diferenças significativas entre as respostas dadas pelos rapazes e pelas raparigas.
Através deste inquérito conseguimos verificar que grande parte dos alunos apenas verifica a origem biológica dos alimentos que compra “de vez em quando”, mesmo confiando no sistema de controlo de qualidade dos alimentos e tendo consciência de que a utilização de fertilizantes sintéticos altera a qualidade dos produtos alimentares. Desta população cerca de metade afirma que este tipo de produtos diminui a qualidade dos alimentos, no entanto aproximadamente 40% refere que aumentam a qualidade. Estas mesmas pessoas demonstram assim uma incoerência pois admitem, ao mesmo tempo, que a utilização de fertilizantes, corantes e conservantes nos alimentos está na origem de novas doenças e da sua rápida propagação. Isto poderá dever-se ao facto de a informação ao dispor da sociedade sobre a produção alimentar biológica não ser suficiente para o esclarecimento das dúvidas da população, segundo os dados obtidos pelo inquérito. Estes dados são ainda confirmados pela elevada percentagem de pessoas que não têm conhecimento das características da carne produzida biologicamente.
Apuramos ainda que o comércio de produtos biológicos não se encontra muito disseminado na sociedade actual, visto que mais de metade dos inquiridos não tem conhecimento de qualquer local de produção ou venda de produtos biológicos. Como forma de contornar tal facto as pessoas recorrem, na sua grande maioria, à criação de espaços onde produzem alimentos para consumo próprio, sendo-lhes assim permitida a obtenção deste tipo de produtos.
Assim, podemos concluir que os conhecimentos acerca da produção alimentar e dos efeitos que as diferentes proveniências dos produtos alimentares na saúde apresentam algumas lacunas que esperamos ver colmatadas com o auxílio de actividades que temos planeadas para este período.
Por: Ge.Ec

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Alimentos Biológicos

Muito se ouve falar hoje em dia de alimentos biológicos. Efectivamente, hoje é necessário reforçar esta ideia mas, antigamente, só estes existiam.

Independentemente de ser um negócio, em muitos casos, altamente lucrativo, é cada vez mais justificado o seu uso, dados os "atropelos" constantes a que estamos sujeitos em termos de saúde alimentar. O que muitas vezes continua a não se justificar é o seu preço.
O que são alimentos biológicos? 
  • São obtidos através de práticas que minimizam a utilização de agroquímicos e evitam a degradação do ambiente e ecossistemas.
  • Têm que ser fiscalizados e certificados por empresas, como a Socert-Portugal, que verifica se são cumpridas as regras da agricultura biológica.
Regras da agricultura biológica
  • Proibido utilizar pesticidas e adubos químicos de síntese (laboratório) - só são permitidos naturais.
  • A cultura deve ser conduzida de modo a evitar o esgotamento dos solos e a respeitar o equilíbrio ecológico (exemplo: rotação de culturas).
  • Os animais de criação só podem receber dois tratamentos com medicamentos veterinários convencionais por ano. Quando os utilizar, o criador deve respeitar um prazo mais longo antes de abater o animal (o dobro do prazo normal).
  • Os animais não são fechados em permanência mas pastam em liberdade.
  • Os animais só podem receber alimentação vegetal e biológica.
  • O ciclo natural dos animais tem que ser respeitado. Não se pode verificar a inseminação artificial nem a utilização de hormonas para regular as ovulações.
  • Todos os organismos geneticamente modificados estão interditos.
  • Não podem usar-se radiações ionizantes nem aditivos alimentares no processamento e conservação.
Considerações acerca dos produtos biológicos

Para o ambiente
  • A agricultura biológica não liberta pesticidas sintéticos para o ambiente, que podem contribuir para a destruição da vida selvagem.
  • As quintas orgânicas são melhores do que as convencionais, porque sustentam diversos ecossistemas, tais como populações de plantas, insectos e animais.
  • As quintas orgânicas usam menos energia e produzem menos desperdícios, nomeadamente materiais de embalagem dos químicos.
Para os consumidores
  • Diminuição da exposição a herbicidas e pesticidas (alguns com efeitos teratogénicos - malformações fetais).
  • No que respeita ao aspecto nutritivo, não parece haver grande melhoria em relação aos produtos não-biológicos.
  • São habitualmente mais caros, podendo atingir mais de 40% do custo dos mesmos produtos não-biológicos.
  • Garantia de que não houve manipulação genética em nenhuma fase na produção destes alimentos.